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Volume de serviços na Bahia cai de fevereiro para março; resultado é o pior desde a pandemia

Por Redação

Volume de serviços na Bahia cai de fevereiro para março; resultado é o pior desde a pandemia
Foto: Reprodução

O volume de serviços prestados na Bahia caiu 1,6% na passagem de fevereiro para março de 2026. Esse foi o pior desempenho para um mês de março no estado desde 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, quando houve retração de 10,5%. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (15) e foi a primeira queda nesse tipo de comparação após três meses consecutivos de alta, registrados desde dezembro de 2025. 

 

O resultado baiano ficou abaixo da média nacional, já que, no Brasil, o setor de serviços recuou 1,2% no mesmo período. Entre os 27 estados, a Bahia apresentou apenas o 19º desempenho, com 13 unidades da Federação registrando queda. Os melhores resultados foram observados no Distrito Federal (10,3%), Amapá (9,3%) e Santa Catarina (2,7%), enquanto Mato Grosso do Sul (-6,0%), Mato Grosso (-5,2%) e Pernambuco (-3,9%) tiveram as maiores retrações.

 

No comparativo anual, a Bahia teve desempenho muito inferior ao nacional, já que o Brasil registrou crescimento de 3,0% no setor de serviços. O estado ocupou apenas a 22ª posição entre as 27 unidades da Federação, sendo que 12 delas tiveram retração. As maiores altas foram verificadas no Distrito Federal (16,2%), Roraima (9,6%) e Amapá (8,2%), enquanto Acre (-11,2%), Tocantins (-10,3%) e Alagoas (-4,2%) apresentaram as quedas mais intensas.

 

Com os resultados de março, o setor de serviços baiano voltou a acumular variação negativa em 2026, com retração de 0,4% no acumulado do ano. O desempenho é apenas o 18º entre os estados e segue bem abaixo da média nacional, que registra crescimento de 2,3%.

 

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em março, a Bahia manteve retração de 1,8%, marcando o oitavo mês consecutivo de resultados negativos, sequência iniciada em agosto de 2025. Nesse indicador, o estado também permanece abaixo do cenário nacional, que registra expansão de 2,8%, e ocupa a 25ª posição no ranking nacional — o terceiro pior resultado do país, à frente apenas de Amazonas (-2,5%) e Acre (-1,9%). Apenas seis das 27 unidades da Federação apresentam desempenho negativo nesse recorte.