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Na Antena 1, Capitão Alden avalia que “são vários” os problemas na área de segurança pública da Bahia

Por Eduarda Pinto

Na Antena 1, Capitão Alden avalia que “são vários” os problemas na área de segurança pública da Bahia
Foto: Reprodução / YouTube / Bahia Notícias

O deputado federal, Capitão Alden (PL-BA) destacou que as falhas na política de segurança pública da Bahia não se resumem a um único fator. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, programa da Antena 1 Salvador (100.1), o parlamentar afirmou que “são vários” os problemas, mas em especial podem ser destacadas a valorização e proteção dos agentes de segurança.

 

“O que me chama a atenção, é que, infelizmente no estado da Bahia, as pessoas tem mais se preocupado com os resultados após a operação do que em tentar evitar que estas coisas ocorram. Então, várias pessoas vem aqui ou em outros meios de comunicação e sempre falam: ‘A polícia tem que ter mais inteligência’, e o que é ter mais inteligência policial? As pessoas não descrevem”, afirma Alden. 

 

O parlamentar vinculado ao bolsonarismo na Bahia, aponta que, por meio deste discurso muitas vezes a responsabilização só chega para os agentes de campo. “Quando você fala assim, parece que [o erro] está na ponta. Atira a esmo, sem preocupação, sem nenhuma cautela, sem nenhum respeito às pessoas, utilizando armas inadequadas para aquela operação, chegaram já atirando. Parece, a ideia que fica, é que a polícia trabalha neste sentido, e não é”. 

 

“Eu tenho um sistema que é extremamente complexo: eu tenho becos, vielas, eu tenho pessoas que podem estar armadas na laje, na janela, na porta, o ambiente em que esse policial trabalha é hostil’. Nenhum policial sai de casa dizendo ‘hoje eu vou matar alguém’, ‘hoje eu vou participar de confronto armado’, nenhum operador de segurança sai de casa com esse pensamento”, defende o deputado do Partido Liberal (PL). 

 

“Mas o que me chama a atenção, é que essa ausência de uma política de segurança pública, de planejamento e de prevenção, de atuação nas áreas que poderiam diminuir esses índices e esses confrontos não está acontecendo”, completa. 

 

Confira o trecho da entrevista: