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“Vivemos na ditadura do PT”, dispara Bruno Reis após resposta da Sesab à fala da primeira-dama

Por Aline Gama / Liz Barretto

“Vivemos na ditadura do PT”, dispara Bruno Reis após resposta da Sesab à fala da primeira-dama
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

O prefeito Bruno Reis (União) criticou a resposta da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) às críticas feitas por sua esposa à situação da saúde em Uauá. Nesta segunda-feira (4), ele repudiou o comunicado e afirmou que vivemos em uma “ditadura”. 

 

“Nós vivemos numa ditadura do PT que ninguém pode falar nada como cidadã e chamar atenção para a situação. Já são mais de 10 dias com surto de dengue. No sábado, tínhamos uma adolescente de 14 anos sangrando e uma criança de sete numa situação desesperadora, sem conseguir uma regulação”, afirmou o prefeito.

 

A fala faz referência ao vídeo publicado por Rebeca Cardoso, esposa de Bruno Reis e natural deste município. De acordo com o gestor, o vídeo foi feito de maneira cordial e pela preocupação da comopanheira com sua cidade natal. “Minha esposa conhece a realidade e, de forma muito gentil, pediu o apoio do governo do estado. Mas ao invés de apresentar o que está sendo feito, eles buscam a agressão”, completou.

 

Em resposta, a Secretaria Estadual de Saúde alegou que Bruno Reis, deveria explicar à primeira-dama que não se deve transformar a dor de uma família em palanque antes da apuração técnica dos fatos”. No posicionamento formal, a Sesab confirma o óbito, porém manifesta que o caso segue sendo investigado pela possibilidade de ser por dengue.

 

“A solicitação foi inserida às 14h35 e teve encaminhamento definido às 18h13, em menos de quatro horas. O quadro informado pela unidade de origem já era grave, com sinais de alarme e manifestação hemorrágica. Infelizmente, apesar da resposta do Estado, a paciente evoluiu a óbito”, relata a gestão estadual. A nota também se refere a situação como forma de “politizar o sofrimento das famílias e tentar esconder que o combate à dengue começa no território, na atenção básica, na vigilância municipal, na busca ativa e na eliminação dos focos do mosquito”.