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Bahia abre 6,8 mil novos postos formais de trabalho em fevereiro

Por Redação

Bahia abre 6,8 mil novos postos formais de trabalho em fevereiro
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Bahia gerou 6.890 novos empregos formais com carteira assinada em fevereiro. O resultado foi divulgado pelo levantamento do Novo Caged, divulgado nesta terça-feira (31) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ao total foram 86.927 admissões e 80.037 desligamentos. 

 

Quatro dos cinco principais grupamentos de atividades econômicas apresentaram resultado positivo no segundo mês do ano no estado baiano. Entre eles, o setor de Serviços foi o que mais gerou postos de trabalho formais, tendo aberto 3,8 mil novos empregos com carteira assinada. Em seguida, aparecem Construção (1,9 mil), Agropecuária (788) e Indústria (676). Apenas Comércio registrou saldo negativo (-408).

 

Salvador foi o município baiano que mais gerou postos em fevereiro: 1,2 mil. A capital da Bahia tem atualmente um estoque formal de 701,4 mil vínculos. Em seguida, os municípios que mais geraram vagas com carteira assinada no estado foram: Camaçari (619), Feira de Santana (607), Brumado (580) e Barreiras (376).

 

As novas vagas com carteira assinada geradas em fevereiro na Bahia foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino (4,3 mil), com os homens tendo ocupado 2,5 mil vagas. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas com as vagas na Bahia (4,7 mil). Jovens entre 18 e 24 anos são o grupo com maior saldo de vagas no estado: 4,5 mil.

 

Em todo o país, o Novo Caged registrou um saldo de 255,3 mil empregos com carteira assinada em fevereiro de 2026, resultado de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos. No acumulado do ano, de janeiro a fevereiro de 2026, foram gerados 370.339 novos postos formais. Com isso, o estoque total de vínculos chegou a 48.837.602 trabalhadores, o que representa crescimento de 2,2%. 

 

Também no ambito nacional é possível medir o salário médio real de admissão. Em fevereiro de 2026, foi de R$ 2.346,97, com variação negativa de R$ 55,91 (-2,3%) em relação a janeiro. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve aumento de R$ 62,94 (+2,75%). Entre os trabalhadores considerados típicos, o salário médio foi de R$ 2.393,17, enquanto para os não típicos ficou em R$ 2.072,75.