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Após deixar PDT, Penalva deve se filiar ao União Brasil enquanto Vitor Bonfim fica “travado” e pode ficar no PV; entenda

Por Mauricio Leiro / Leonardo Almeida

Após deixar PDT, Penalva deve se filiar ao União Brasil enquanto Vitor Bonfim fica “travado” e pode ficar no PV; entenda
Foto: Lucas Santa Bárbara | Agência AL-BA

Os deputados da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) seguem se movimentando na janela partidária visando a manutenção de seus respectivos mandatos e até “voos mais altos” dentro da política. Dentre as articulações, está uma possível filiação do deputado estadual Emerson Penalva ao União Brasil, após ele se despedir do PDT nesta segunda-feira (23), e a possibilidade da permanência de Vitor Bonfim no PV.

 

Segundo uma fonte ligada ao deputado ex-PDT, a migração de Penalva para o União seguiria na linha de manutenção dentro do arco de alianças do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União). Atualmente, o partido, junto do PSD, possui a maior bancada na AL-BA, com 10 deputados.

 

Levando em consideração a formação da Federação União Progressista (União e PP) e sua votação nas eleições de 2022, quando registrou mais de 51 mil votos, ele pode lograr êxito na disputa pela reeleição na Casa Legislativa. No entanto, em um cenário apenas no União Brasil, ele ocuparia apenas a quarta suplência.

 

BONFIM
Com uma candidatura à Câmara dos Deputados em mente, Vitor Bonfim ainda se encontra “travado” para a escolha de um partido e pode acabar permanecendo no PV, conforme um interlocutor confidenciou à reportagem. A permanência, inclusive, agrada lideranças do próprio partido.

 

Bonfim tinha conversas avançadas com o PSB, mas, conforme noticiou o Bahia Notícias, a saída do pré-candidato a deputado federal Bebeto Galvão da legenda impactou nas tratativas. A desfiliação levou o parlamentar a recuar do acordo prévio para “recalcular a rota”. Uma fonte da reportagem indicou que Vitor Bonfim tem receio de o partido não atingir o quociente partidário para a formação de uma bancada na Câmara dos Deputados.

 

Nesse meio tempo, o PSB anunciou a chegada da deputada federal em exercício, Elisângela Araújo, o que teria “animado” o restabelecimento do acordo. Todavia, uma liderança do partido não confirmou o retorno das conversas.

 

Outro fator que impactou foi a “ameaça” de rompimento do Podemos com a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O partido ficou no centro das atenções após, na época, a presidente nacional da legenda, a deputada federal Renata Abreu (SP), abrir negociações com o senador Angelo Coronel (Republicanos) para o receber na sigla, concedendo o poder de comandar as articulações da sigla na Bahia.

 

Uma fonte da reportagem apurou que, para se manter na base de Jerônimo, a deputada teria exigido uma maior robustez para o partido na disputa das eleições para o legislativo.