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Desemprego sobe de 5,1% para 5,4% em janeiro, mas contingente de trabalhadores ocupados bate recorde histórico

Por Edu Mota, de Brasília

Pessoa em busca de emprego
Foto: arquivo Agência Brasil

A taxa de desemprego no Brasil, medida no trimestre novembro-dezembro-janeiro, atingiu 5,4%. O resultado ficou acima do recorde de 5,1% obtido no trimestre anterior (outubro-novembro-dezembro), mas foi o menor índice registrado para o período desde 2012. 

 

Esse e outros resultados estão na Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgada nesta quinta-feira (5) pelo IBGE. O estudo revela o nível da desocupação no país. 

 

O estudo revela que a população ocupada no Brasil no trimestre encerrado em janeiro deste ano chegou a 102,7 milhões, o maior contingente da série histórica da Pnad Contínua, ficando estável no trimestre e com aumento de 1,7% (mais 1,7 milhões de pessoas) no ano. 

 

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,7%, com estabilidade no trimestre (58,8%). Em relação à desocupação, cerca de 5,9 milhões de pessoas estavam nesta situação no trimestre encerrado em janeiro de 2026.

 

Esse patamar, segundo o IBGE, é o menor contingente de desocupados da série histórica medida desde 2012. O resultado do período encerrado em janeiro ficou estável frente ao verificado no trimestre anterior, além de registrar redução de 17,1% na comparação anual, o que representa 1,2 milhão de pessoas desocupadas a menos de um ano para o outro.

 

Outro dado apurado pelo IBGE foi o rendimento real habitual de todos os trabalhos, que chegou a R$ 3.652, o mais alto da série histórica, com aumento de 2,8% no trimestre e de 5,4% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 370,3 bilhões), que também registrou recorde, cresceu 2,9% no trimestre (mais R$ 10,5 bilhões) e 7,3% (mais R$ 25,1 bilhões) no ano.

 

Em relação à taxa de informalidade, que mede a proporção de trabalhadores informais na população ocupada, o IBGE apurou que ela foi de 37,5%, o menor patamar desde julho de 2020, equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais. No trimestre móvel anterior, o percentual estava em 37,8% e no mesmo trimestre de 2024 em 38,4%. 

 

Outro dado verificado pela Pnad Contínua revela o número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos), que foi de 39,4 milhões no trimestre encerrado em janeiro. Houve estabilidade no trimestre e alta de 2,1% (mais 800 mil pessoas) no ano. Por outro lado, o total empregados sem carteira no setor privado (13,4 milhões) ficou estável no trimestre e no ano.

 

Já o contingente de trabalhadores por conta própria (26,2 milhões) ficou estável no trimestre e aumentou 3,7% no ano (mais 927 mil pessoas). Também o número de trabalhadores domésticos (5,5 milhões) mostrou estabilidade no trimestre e redução de 4,5% no ano (menos 257 mil pessoas).