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Entrave em Pernambuco ainda "assombra" PSB da Bahia e oposição aguarda definição para "incluir federais"; entenda

Por Fernando Duarte / Mauricio Leiro

Entrave em Pernambuco ainda "assombra" PSB da Bahia e oposição aguarda definição para "incluir federais"; entenda
Foto: Miva Filho/Instagram @raquellyraoficial

Para quem já dava como "martelo batido e ponta virada" a manutenção do comando do PSB da Bahia com a deputada federal Lídice da Mata e garantia de apoio à reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT), o cenário ainda pode ser alterado. De acordo com apuração do Bahia Notícias com lideranças partidárias envolvidas no processo, o cenário político em Pernambuco ainda pode interferir em terras baianas. 

 

O imbróglio nasce da indefinição do PT pernambuco, que mantém diálogos com o prefeito de Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, ao tempo em que conversa com a governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição. No centro do debate está o senador Humberto Costa (PT), que fala publicamente do apoio à candidatura de João Campos, mas flerta nos bastidores com Raquel Lyra.

 

O PSB já estava com alvo demarcado na Bahia após a saída do senado Angelo Coronel do PSD, após a negativa do grupo em autorizar que o senador concorresse a reeleição. Em um primeiro momento, o PSB poderia abrir a família Coronel para que o clã permanecesse na base aliada do governador Jerônimo Rodrigues. Entretanto, outro caminho passou a ser desenhado diante desse flerte do PT e do governo federal com a candidatura à reeleição da governador do PSD. Coronel surgiria como liderança para comandar a legenda no estado, caso se confirmem os desencontros na disputa eleitoral em Pernambuco. O senador surgiria como "alternativa" a deputada federal Lídice da Mata, atual presidente. 

 

Em visita recente à capital baiana, durante o evento em comemoração aos 46º aniversário do Partido dos Trabalhadores, João Campos evitou falar abertamente sobre eventuais reações à aproximação do entorno de Luiz Inácio Lula da Silva e Raquel Lyra. Apesar disso, uma "guerra fria" teria sido instaurada, mantendo o assunto em "stand-by". Após o evento, setores diversos cogitaram a migração de Humberto Costa para integrar a chapa de Lyra e tentar renovar o mandato. O movimento não teria agradado Campos. 

 

Em compasso de espera, a oposição na Bahia analisa os cenários possíveis para o partido. Com a incerteza sobre o comando da sigla ainda pairando, o grupo já estuda um plano de alocação de candidatos a deputado federal na legenda, a exemplo de Diego Coronel, filho do senador Angelo Coronel. Além disso, outro nome que também poderia ser incluído seria o do deputado federal Leo Prates, que está de saída do PDT e, por enquanto, tende a migrar o Republicanos. 

 

PARTIDO ARRUMADO
Nos últimos meses, o partido foi reorganizado para disputar o pleito de 2026. Houve a especulação de que o deputado federal Mário Negromonte Jr. poderia ser um dos nomes, mas a filiação não avançou. O partido atualmente possui somente a presidente estadual do PSB, Lídice da Mata, com cadeira na Câmara dos Deputados e almeja a ampliação dela. Na lista proporcional dos socialistas para a Câmara, além de Lídice, devem ser apresentados nomes como Vitor Bonfim (PV), Danilo Henrique Jr. e o ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Adson Marquezini. Outro nome discutido seria ainda a da petista Elisângela Araújo.

 

Já na chapa para concorrer uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), a legenda pode confirmar a migração de parte dos egressos do PP. Entre eles, nomes como Niltinho, Antonio Henrique Jr., Eduardo Salles, Hassan Youssef, estão apalavrados para também migrar para o PSB.