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"A minha primeira referência de construção de unidade", diz Criolo sobre parceria e amizade com DJ DanDan

Por Laiane Apresentação / Rebeca Menezes

"A minha primeira referência de construção de unidade", diz Criolo sobre parceria e amizade com DJ DanDan
Foto: Laiane Apresentação / Bahia Notícias

O cantor e compositor Criolo falou nesta noite sobre a influência que amigos da música têm no seu trabalho e na sua construção como pessoa. O rapper se apresenta nesta noite no palco montado no Largo do Pelourinho, nesta última noite de Carnaval oficial, na programação feita pela Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur).

 

Criolo lançou no início do ano seu novo álbum "Criolo, Amaro & Dino", que tem a capa assinada por Vik Muniz e inspirada em um encontro de músicos que aconteceu na casa do baiano Caetano Veloso. Questionado pelo Bahia Notícias sobre como esses encontros se traduzem na sua música, Criolo aproveitou para elogiar o produtor e parceiro de longa data.  

 

"A gente estava chegando aqui e relembrando: o Ricardo Rabelo, que vai participar do show, é meu amigo há 17 anos, e a gente [ele e DJ DanDan] faz música juntos há 25 anos. Então a linha de história de música da minha vida não existiria em determinado momento se o DanDan não existisse na minha vida. E toda transformação que ele traz pra mim de conhecimento político, de me compreender um ser que é banhado pelo hip hop e quais contribuições eu possa deixar também pra sociedade. Essa parceria artística antes de tudo é uma parceria de amizade sincera. Senão a troca começa a ser truncada, a ser recortada. E a gente tem essa fluidez há 25 anos. A minha primeira referência de construção para além de uma unidade vem a partir do DanDan", cravou.

 

Para o DJ DanDan, o Rap traz essa proposta de parceria como uma forma de ampliar a visão sobre o mundo. "Existe uma mística do Rap que a galera acha que Rap é uma coisa só. E o Rap, para ele se construir, para ele existir, precisa de outras sonoridades. Então dentro da música Rap é natural você ter uma diversidade musical. A gente conseguir dialogar com outras sonoridades é natural. Quando Kleber [Criolo] faz um Samba, o Rap tá ali presente. Quando o Kleber faz um bolero, o Rap está presente. Quando a gente se conecta com o Jazz, o Rap está presente. Essas informações musicais que o Rap nos traz faz com que naturalmente - e até cria um arrepio - a gente se conecte. A identificação é natural, porque a música tem esse poder. A arte tem esse poder de transformação, de unir pessoas, de compreender pessoas e de poder trocar com elas. O Rap nos proporcionou esse sentimento de nos libertar e de poder ouvir tudo que o mundo possa nos apresentar", defendeu.