Matheus e Kauan citam Bell Marques e Carlinhos Brown como referências e destacam “Praieiro” como hino do axé
Por Thiago Tolentino / Gabriel Lopes
A dupla Matheus e Kauan, uma das atrações do Camarote Brahma neste domingo (15), durante o Carnaval de Salvador, comentou em entrevista sobre referências da música baiana em suas trajetórias e apontou uma canção do axé que consideram marcante nos shows.
Ao serem questionados pelo Bahia Notícias sobre a existência de um mestre da música baiana que tenha servido de inspiração ou aconselhamento ao longo da carreira e participações na Bahia, os artistas mencionaram nomes importantes do gênero e destacaram a convivência com músicos do cenário local.
“Tem um mestre que eu acho que é um mestre para todos nós, que é o Bell [Marques], que a gente sempre se encontra em alguns eventos que são feitos. E o Bell é um cara que a gente sempre pergunta pra ele como faz pra puxar trio todos os dias? É energia, né? Ele sai do show e parece que nem começou ainda. E são tantos anos que ele já faz isso. É um cara super gentil também. E sabe da história que ele tem no axé”, comentaram.
A dupla também citou outros artistas baianos e ressaltou a influência coletiva da música produzida no estado durante o Carnaval.
“Tem o Carlinhos brown também. Ontem eu tava até vendo aqui o trio do Psirico também, que é um grande amigo nosso, o Márcio Victor, que é um grande músico, um grande instrumentista, cantor. Bahia não dá pra gente falar de um só, porque aqui são grandes artistas que fazem isso tudo acontecer, essa magia toda do carnaval e a gente fica muito feliz em poder ter eles como ídolos e como amigos também”, emendaram.
Sobre a música do axé que adotariam como símbolo pessoal, Matheus e Kauan apontaram a canção “Praieiro”, da banda Jammil, destacando a recepção do público durante as apresentações.
“E a música, tem muitas, mas talvez, acho que seja unanimidade no sentido de shows, que a galera coloca de todos os gêneros musicais. Praeiro, eu acho, assim, é uma música que levanta todo mundo. Assim, fala de solteiro, mas o cara que é casado, ele levanta a mão também. Então, acho que Praeiro é um grande hino do axé pra nós. É uma música que, quando a gente toca, a galera levanta”.
