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Kleber Rosa processa Leandro de Jesus por calúnia após ser acusado de agressão em episódio de invasão à CMS

Por Redação

Kleber Rosa processa Leandro de Jesus por calúnia após ser acusado de agressão em episódio de invasão à CMS
Foto: Reprodução

O ex-candidato a prefeitura de Salvador, Kleber Rosa (PSOL), protocolou uma queixa-crime contra o deputado estadual Leandro de Jesus (PL) por denunciação caluniosa. A ação, protocolada nesta quinta-feira (28), é uma resposta às acusações feitas pelo parlamentar de que Rosa teria liderado uma invasão violenta à Câmara Municipal de Salvador (CMS).

 

A defesa de Kleber Rosa sustenta que a ofensiva tem caráter político e faz parte de uma estratégia de lawfare, que seria o uso indevido do sistema judiciário para desgastar opositores e inviabilizar sua participação em espaços democráticos. Segundo a representação, o objetivo seria criminalizar movimentos sociais e sindicais, criando um ambiente de intimidação e afastando adversários da disputa política.

 

No processo, Leandro de Jesus é acusado de ter imputado a Kleber Rosa crimes como invasão de prédio público, lesões e associação criminosa. A defesa de Rosa, por sua vez, afirma que ele participou da sessão de forma ordeira, com apenas palavras de ordem, e que a mudança de local da sessão foi uma decisão do presidente da Câmara, não resultado de violência.

 

 

A denúncia aponta ainda que houve uma distorção de imagens e reportagens para construir uma narrativa de violência e invasão com propósitos políticos.

 

A acusação de Leandro se refere a sessão da CMS do dia 22 de maio deste ano, quando houve a invasão de manifestantes de movimentos sindicais. Dois vereadores se envolveram em uma discussão e acabaram sendo agredidos no Centro de Cultura da Câmara.

 

Na época, membros do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) e dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (ALPB) participavam de uma manifestação do lado de fora da Casa Legislativa. O protesto era contra o reajuste proposto pelo Executivo e pela realização da votação de portões fechados na CMS.