Jorge Solla ignora ACM Neto e ironiza oposição para 2026: “Quem mais? Parece que só sobrou o Bruno Reis”
Por Leonardo Almeida / Eduarda Pinto
O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) esteve presente no cortejo de 2 de julho, no bairro da Lapinha, em Salvador, e, em meio a festa cívica, comentou sobre o cenário político da Bahia e as perspectivas para a eleição de 2026.
Ao falar sobre o cenário estadual das disputas partidárias, o deputado ironiza a oposição ao governo da Bahia, liderada por ACM Neto, e afirma: “Quem é mais? Porque parece que só sobrou o prefeito Bruno Reis, e os demais, parece que já tem um deslocamento muito intenso. Sério, o governador Jerônimo [Rodrigues] está muito bem avaliado. A oposição ao governo dele está muito fragilizada e eu tenho certeza, não só que Jerônimo vai ser reeleito com a maior votação que o governador já teve na Bahia, como vamos bater o recorde de votos ao presidente Lula que demos na eleição passada”.
O deputado comentou ainda sobre status do processo eleitoral interno do Partido dos Trabalhadores na Bahia, o qual representa no Congresso. O processo, que elege os representantes nacionais, municipais e estaduais da sigla, ocorre neste domingo (6).
Em entrevista, Solla defende que “o único partido no Brasil que chama os seus filiados para eleger os seus dirigentes é o PT". "Muitos dos demais partidos, infelizmente, têm donos. Seriamente, o PT mantém essa capilaridade, esse processo democrático. Como qualquer processo eleitoral e democrático, dá trabalho. Você tem que viajar, começar a dialogar, debater, correr atrás de voto, mas é muito positivo. Isso renova as lideranças, isso acolhe as necessidades do partido. E eu tenho certeza que vai ser um resultado muito bom interno no próximo domingo”, explica o parlamentar.