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Fapesb oferece bolsas para professores coordenadores de Clubes de Ciências

Por Redação

Fapesb oferece bolsas para professores coordenadores de Clubes de Ciências
Foto: Gabriel Pinheiro / Secti BA

Professores da rede estadual de ensino da Bahia já podem se inscrever no edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) que oferece bolsas para coordenadores de Clubes de Ciências. A iniciativa, parte do programa Bahia Faz Ciência na Escola, vai destinar R$ 8 milhões para até 400 projetos voltados à educação científica. As inscrições seguem abertas até o dia 10 de julho, exclusivamente pelo site da Fapesb.

 

Com duração de 24 meses, cada bolsa será ofertada na modalidade Professor Pesquisador.

 

A distribuição das vagas será segmentada: 160 bolsas para escolas de tempo integral, 120 para unidades com ensino profissional e tecnológico, e 120 para instituições com ensino fundamental (2º ciclo) e/ou ensino médio parcial.

 

Conforme o diretor-geral da Fapesb, Handerson Leite, o edital busca incentivar o desenvolvimento de um ambiente escolar mais criativo e cientificamente ativo. “A ideia é que, no futuro, os estudantes possam trilhar caminhos mais sólidos na educação e na ciência", disse ele.

 

A secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, reforçou o caráter simbólico da ação. “A gente não está falando da bolsa só pelo valor financeiro. Estamos falando do envolvimento entre professor e estudante num processo de troca. O aluno curioso vai produzir mais ciência, e isso se conecta ao projeto pedagógico da escola”, disse.

 

O edital também prevê que pelo menos 70% das bolsas sejam destinadas a professoras, como forma de garantir maior representatividade feminina no ambiente científico.

 

Além da criação dos clubes, os projetos contemplados deverão implementar a Trilha da Inovação, metodologia adaptada do Parque Tecnológico da Bahia. Dividida em quatro etapas: cultura de patente, incubação, aceleração e valorização, a trilha será executada em parceria com instituições como o INPI, SEBRAE e SESI.

 

“O primeiro passo é ensinar o jovem a patentear sua ideia. Depois vem a incubação e mentorias, inclusive com orientação sobre como montar uma empresa. Na fase de aceleração, o aluno recebe apoio de profissionais do setor produtivo de sua região e, por fim, pode decidir se vai empreender, desenvolver o produto ou vender sua patente”, explicou André Joazeiro, representante da Secti.