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SECIS esclarece falha técnica em sistema de agendamento de castrações e reafirma apoio a protetores de animais

Por Redação

SECIS esclarece falha técnica em sistema de agendamento de castrações e reafirma apoio a protetores de animais
Foto: Imagem Ilustrativa. Bruno Concha / Secom PMS

A Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal de Salvador (SECIS) divulgou nota nesta quarta-feira (4) para esclarecer a limitação de castrações por CPF registrada recentemente no sistema de agendamentos. Segundo a pasta, a restrição de três castrações por CPF já era uma regra aplicada ao público, mas nunca aos protetores independentes, que seguem sendo tratados como exceção em reconhecimento ao trabalho que realizam junto aos animais em situação de rua.

 

A SECIS informou que o problema foi causado por uma falha técnica no sistema, gerenciado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que passou a aplicar indevidamente a restrição também aos protetores. A situação, segundo o comunicado, já está sendo resolvida. “Assim que o problema foi detectado, prontamente a equipe técnica foi acionada e estabeleceu diálogo com a SMS para buscar uma solução definitiva”, informou a secretaria.

 

O órgão reforçou que os procedimentos de castração seguem sendo realizados normalmente e que a limitação observada recentemente não representa uma mudança de política pública nem uma nova diretriz da administração municipal. “Trata-se exclusivamente de um problema técnico no sistema, que está sendo tratado com a máxima prioridade”, disse a SECIS.

 

Ainda segundo a nota, as unidades móveis e clínicas envolvidas no programa de castração já foram orientadas a esclarecer a situação aos protetores e a garantir que a limitação aplicada seja compreendida como temporária.

 

A secretaria também destacou que outras medidas estão sendo estudadas para modernizar o sistema, tornando-o mais ágil e eficiente, com foco na desburocratização e no controle das demandas. “Seguiremos trabalhando com transparência, respeito e diálogo para solucionar o problema o quanto antes e garantir que nenhum protetor deixe de realizar castrações por conta de limitações técnicas”, conclui a nota.