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QG da propina: Saiba como funcionava esquema de de extorsão de funkeiros em delegacia

Por Redação

QG da propina: Saiba como funcionava esquema de de extorsão de funkeiros em delegacia
Foto: Reprodução / Google Street View

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou à Justiça, na última sexta-feira (9), oito pessoas por envolvimento em um esquema de corrupção dentro do 6º Distrito Policial de Santo André, na região metropolitana da capital paulista.

 

Segundo a denúncia, o local funcionava como um “QG da propina”, onde policiais civis extorquiam funkeiros e influenciadores digitais que promoviam jogos de azar nas redes sociais.

 

Entre os denunciados estão seis policiais civis, uma advogada e um civil. Os crimes atribuídos ao grupo incluem organização criminosa, corrupção passiva e corrupção ativa. Um dos investigados é Fábio Fava, apontado pelo MPSP como o líder do esquema.

 

De acordo com as investigações, Fava autorizava a abertura de investigações preliminares e coordenava os pedidos de propina. Ele também é acusado de proteger os colegas envolvidos, repassando informações falsas a seus superiores para encobrir as ações do grupo.

 

O civil Eronias Roque Barbosa era responsável por monitorar redes sociais em busca de alvos, com foco especial em artistas ligados à produtora Love Funk. As informações coletadas por ele eram repassadas ao investigador Rodrigo Barros de Camargo, lotado no 6º DP, que instaurava as apurações preliminares e fazia contato direto com os artistas e influenciadores.

 

As informações são do Metrópoles.