AS POLÊMICAS DA SEDES, DE POPÓ E DO METRÔ
João Henrique foi perguntado ainda, durante a entrevista coletiva, sobre as recentes polêmicas que envolveram a Prefeitura. Sobre a acusação de desvios de verbas em um convênio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) (ver nota), que será extinta, ele garantiu que as investigações continuarão, independentemente da extinção do órgão. “Foi aberta uma sindicância para apurar as denúncias, que vai continuar mesmo com a nova secretaria”, confirmou. Em relação ao ex-secretário de Esportes e Lazer, órgão que também sumirá do organograma, Acelino Popó Freitas, o prefeito minimizou. O ex-pugilista afirmou ter enfrentado dificuldades por sete meses para marcar uma audiência com o gestor (ver nota). “Este é um dos motivos da reforma. A agilidade da comunicação. Com 11 é mais fácil despachar (os pedidos) do que com 17”, justificou. Já relativo ao metrô, JH voltou a questionar o período em que o Tribunal de Contas da União (TCU) reteve a verba (ver nota). “Essa novela do metrô tem que acabar. Agora, o que nós ficamos indignados foi o TCU esperar termos 97% das obras concluídas para bloquear R$ 50 milhões”, retrucou. O prefeito afirmou que as medidas já estão sendo tomadas para solucionar o entrave.