AFINAL, O PACOTE
Por (Daniel Pinto)

“Por melhor que a economia brasileira estivesse alicerçada em fundamentos corretos, não daria para imaginar – a não ser pelo otimismo do presidente Lula, que, muitas vezes, extrapola a realidade – que o Brasil ficasse à margem do mundo. Provavelmente, os países emergentes terão papel importante, como protagonistas, no concerto das nações, depois que esta crise chegue ao seu final. A crise é conseqüência da formulação uma política econômica errada pelos Estados Unidos, que estão pagando um grave preço por ela. Eles e o mundo”. Leia comentário de Samuel Celestino no “A Tarde” deste domingo.