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ARMADURA, ESCUDO, ESPADA

Por (Daniel Pinto)

Depois da disputa travada entre PMDB e PT pela Prefeitura de Salvador, volta e meia as diferenças entre o governador Jaques Wagner e o ministro Geddel Viera Lima (Integração Nacional) ganham contornos mais fortes. Hoje, em sua coluna no “A Tarde”, Samuel Celestino discorre sobre essa temática a partir de declarações do ex-secretário Geraldo Simões e do deputado federal Luiz Bassuma. “Foram movimentos inoportunos e extemporâneos. Como conseqüência, acabaram por ficar isolados com a pronta reação do presidente do PT estadual, Jonas Paulo, que minimizou e condenou as duas ações. A de Geraldo Simões por estar vinculada ao tormento político que atravessa, ao perder a Prefeitura de Itabuna contribuindo com uma manobra completamente desfocada para a derrota da sua mulher, Juçara (...) Já o artigo de Bassuma ninguém compreendeu. Quebrou o silêncio para, tão somente, trazer à lembrança seus procedimentos excêntricos”. Para Celestino, pelo menos por ora, Wagner e Geddel não vão travar luta política. “Enfim, eles estão ungidos com ‘as armas de Jorge”, e equipados com armadura, escudo e espada. Não é hora de usá-las, se é que haverá um momento em que exija um torneio medieval entre ambos”.