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Sem “pautas sensíveis”, base governista na Câmara de Salvador aposta em ano legislativo mais calmo

Por Maurício Leiro / Fernando Duarte

Sem “pautas sensíveis”, base governista na Câmara de Salvador aposta em ano legislativo mais calmo
Foto: Divulgação

A volta das atividades legislativas na Câmara de Vereador de Salvador pode sofrer uma "calmaria", se depender do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União). Apuração do Bahia Notícias indicou que Reis não deve "procurar" a Casa para apreciar muitas demandas. 

 

Um dos aliados de Bruno Reis sinalizou que nenhum pedido que necessite de aprovação da Câmara será autorizado pelo prefeito. Ao Bahia Notícias, um dos exemplos usados foi uma possível "desafetação de área", ato do Poder Público em alterar a sua classificação, alterando de bem de uso comum do povo para uso especial, ou de uso especial para bem de uso comum do povo. 

 

Uma sondagem teria sido feita pela secretaria de Infraestrutura (Seinfra), através do chefe da pasta, Luiz Carlos, porém, sem sucesso. A ideia foi negada pelo prefeito, justamente por conta da necessidade da aprovação do legislativo municipal. 

 

A conta seria justamente "tocar a gestão" com todos os meios possíveis, sem utilizar as ações que dependam da Câmara. Apesar de não tentar "isolar" o legislativo, Bruno teria em mente uma condução mais cautelosa sobre as proposições e os atos relacionados com o Poder vizinho. O movimento teria razão: o último ano legislativo. 

 

A tensão entre a gestão municipal e o legislativo durante 2022, acumulando fatores políticos por conta das eleições estaduais, teriam feito Bruno Reis ficar "com o pé atrás" sobre projetos apreciados, de acordo com aliados. O ato de cautela teria sido divulgado pelo gestor também a vereadores da base.