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Padilha descarta impacto de eleição das presidências da Câmara e do Senado em projetos prioritários do governo 

Por Nicole Angel, de Brasília

Padilha descarta impacto de eleição das presidências da Câmara e do Senado em projetos prioritários do governo 
Foto: Nicole Angel / Bahia Notícias

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), descartou uma relação direta entre os projetos prioritários do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a escolha dos novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. De acordo com o auxiliar, independente do resultado, os temas pautados pelo Executivo são de interesse geral do país, não de partidos específicos.

 

"Independente do resultado, acho que vamos ter um ambiente de diálogo muito proveitoso, seja com os partidos que estão na base ou com os que são de oposição", minimizou Padilha em conversa com a equipe do Bahia Notícias, na tarde desta quarta-feira (1º), na capital federal.

 

Segundo o titular da pasta responsável pelas tratativas do Planalto junto ao parlamento, o pleito que acontece hoje, na abertura dos trabalhos da legislatura do quadriênio 2023-2027, é um processo interno, de definição. 

 

"Não tem nada a ver. Tanto o processo dentro da Câmara, quanto do Senado, na composição da mesa, das comissões ou das presidências, não tem nada a ver com a centralidade que os projetos do governo têm. São projetos que interessam ao país", ressaltou.

 

Uma pauta vitoriosa para o grupo político do presidente Lula usada como exemplo por Padrilha foi a PEC da Transição, que garantiu ao novo mandatário a destinação de recursos, fora do teto de gastos, para programas sociais. A aprovação da matéria contou com votos de parlamentares de legendas de oposição.

 

O ministro não negou, entretanto, o interesse da sua sigla pela recondução de Rodrigo Pacheco (PSD) e Arthur Lira (PP). Ambos são apoiados pelo Partido dos Trabalhadores.

 

"O partido do presidente Lula tem seus candidatos, desde o começo. Somos muito gratos pela posição, tanto do presidente Arthur Lira quanto do presidente Rodrigo Pacheco. A resposta democrática do Congresso deu aos ataques terroristas do dia 8 de janeiro, a postura deles, foi decisiva para termos um ambiente institucional para estancar uma tentativa de golpe que existiu no país, que estava sendo costurada", concluiu.