Carlos Prazeres minimiza críticas por "popularizar" Osba: "Não são embasadas em fatos"
Por Bruno Leite / Leonardo Almeida
O regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), o maestro Carlos Prazeres, minimizou as críticas que tem recebido por trazer gêneros musicais populares para a Osba e afirmou que as falas não possuem embasamento. Segundo ele, a música popular é trazida apenas em datas específicas, que possuem forte laço com a cultura baiana.
“Elas não são embasadas em fatos concretos. A Osba faz 47 concertos por ano, cinco deles são dedicados à música popular. Na verdade, a gente pega algumas datas simbólicas, como por exemplo 2 de fevereiro, 2 de julho, São João, que são datas profundamente ligadas a cultura baiana e mistura essas datas com música. Quem pensa que estamos trocando a música clássica pela popular, é só ver nosso dia dia”, afirmou o maestro.
Presente na Lavagem do Bonfim nesta quinta-feira (12), o carioca Carlos Prazeres afirmou que a festividade possui uma conexão com a Osba, que busca ser uma “extensão da sociedade”. Segundo o maestro, a festa, inclusive, faz ele se tornar um “verdadeiro baiano”.
“Faço questão de estar aqui, a Osba pretende ser uma extensão da sociedade baiana, e eu conheço muito a sociedade baiana pelas festas dela, pelo Bonfim, pelo 2 de fevereiro. É assim que hoje esse condes carioca é um verdadeiro baiano”, disse Prazeres.
