PT NÃO ACEITA SER TACHADO DE TRAIDOR II
Uma das maiores polêmicas dos últimos anos em Salvador, o caso do servidor municipal da saúde, Neylton Souto da Silveira, encontrado morto no prédio do órgão há quase dois anos, também foi um fator explorado na campanha eleitoral. A secretaria era administrada por Luís Eugênio Portela, indicado pelo PT, e o PMDB explorou o fato para atacar o rival no pleito, Walter Pinheiro. “Entramos com uma representação no Ministério Público para que ele (João Henrique) justifique as acusações. Nenhuma das duas envolvidas no processo tem filiação com o PT. Aglaé (Souza Amaral) não foi indicada subsecretária. Nós indicamos apenas o secretário”, afirmou a presidente municipal do PT, Vânia Galvão. Em relação à precariedade da saúde na capital, no período administrado pelos petistas, a vereadora assegura que a ingerência foi do próprio prefeito. “Luis Eugênio, enquanto estava à frente da pasta, protocolou um documento em setembro de 2006, colocando todos os problemas relacionados com a saúde, mas o prefeito não levou em consideração. A verdade é que há um lobby. O município cede aos interesses das clínicas privadas”, pontuou.