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"Temos quadros para diferentes áreas", reclama Olívia, defendendo PCdoB como "a terceira força" do grupo

Por Alexandre Brochado / Bruno Leite

"Temos quadros para diferentes áreas", reclama Olívia, defendendo PCdoB como "a terceira força" do grupo
Foto: André Carvalho / Bahia Notícias

A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) mensurou o espaço que o seu partido deve ocupar na arrumação do futuro governo Jerônimo Rodrigues (PT). Em entrevista ao Bahia Notícias, na noite desta sexta-feira (16), a parlamentar afirmou que a sigla entende ser "a terceira força política" do grupo e, portanto, acredita merecer um espaço de mesma proporção.

 

"É importante o partido também crescer em espaço no governo de Jerônimo", salientou Olívia. "Temos quadros para diferentes áreas do governo. Seja com a SETRE [Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte], dirigimos a Bahiagás, mas também podemos dirigir outras secretarias", sugeriu.

 

De acordo com ela, a legenda fez um trabalho importante na Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), mas ela e os correligionários pensam que "no próximo governo, o diálogo com o governador" os leve "a ter um espaço maior".

 

O nome de Olívia é um dos ventilados para a composição do novo secretariado. Estadual mais votada na federação formada por PT, PCdoB e PV nas eleições de 2022, ela é cotada para ocupar a Secretaria de Cultura (Secult) do estado. No entanto, sua provável nomeação não é bem vista pelos correligionários, uma vez que sua licença beneficiaria apenas o Partido dos Trabalhadores e a força da secretaria é dimunuta.

 

A eventual saída dela para uma pasta causaria a ascensão de um suplente do PT - as oito primeiras suplências da federação são ocupadas por petistas. Esse é um dos critérios que têm sido levados em consideração pela cúpula do PCdoB para resistir a virtual indicação de Olívia. A leitura é que a legenda seria reduzida na Assembleia Legislativa (AL-BA), até mesmo pelo perfil já utilizado pela deputada no exercício do atual mandato, e necessitaria de uma compensação política para aceitar a proposta.