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Salvador tentou gerir policlínicas, mas governo negou custeio similar ao modelo do interior, diz secretário

Por Leonardo Costa

Salvador tentou gerir policlínicas, mas governo negou custeio similar ao modelo do interior, diz secretário
Foto: Bahia Notícias

O secretário de Saúde de Salvador, Décio Martins, nesta terça-feira (6), em entrevista ao Projeto Prisma, podcast de política do Bahia Notícias, comentou o cenário de gestão e custeio de policlínicas construídas pelo Governo do Estado e geridas pelas Prefeituras.

 

De acordo com o chefe da pasta, a capital baiana tentou diálogo e preparou licitação para fazer gestão de equipamentos, mas, por falta de consenso com o Governo, não administra centros de especialidades estaduais. 

 

“Existe um programa no governo estadual chamado de Prosus. Eles efetuaram a construção de algumas unidades e aqui nós assumimos quatro unidades básicas de saúde, um CAPS, que funciona 24 horas, na Boca do Rio, e teríamos duas Policlínicas, que teriam gestão da Prefeitura. Qual era o nosso ponto de discussão? Discussão entre o prefeito Bruno Reis e o governador Rui Costa... Em todas as Policlínicas do Interior há o custeio por parte do governo do estado de 40% da Policlínica. O que nós pedimos foi que aqui tem acontecesse esse custeio”, disse Décio. 

 

O secretário municipal ainda pontuou que a Prefeitura tinha interesse na gestão das policlínicas. “Eu tive reunião na Sesab, com a secretária Adélia Pinheiro, com a Procuradoria do Estado. Já estávamos com a licitação pronta , encaminhamos diversos ofícios manifestando interesse, mas o Estado tomou a decisão dele, efetuou a contratação e resolveu efetuar a gestão das policlínicas, foi uma decisão deles. Ressalto que o interesse do município foi sempre de realizar a gestão desses equipamentos”, completou o secretário. Veja: