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Associação Nacional das Baianas de Acarajé pede socorro após furtos a sede

Por Redação

Associação Nacional das Baianas de Acarajé pede socorro após furtos a sede
Foto: Divulgação

Associação Nacional das Baianas de Acarajé e Mingau, Receptivos e Similares da Bahia alega estar sofrendo "seguidas perdas" por conta da falta de segurança e policiamento nas proximidades do Memorial das Baianas, na Praça da Cruz Caída. A presidente da associação, Rita Ventura, indicou que diversos registros nos órgãos competentes de proteção e segurança foram feitos sobre a a sede da instituição.

 

Rita divulgou que a sede continua sendo saqueada, como na manhã do domingo, dia 9 de outubro, quando foram roubados os toldos instalados há pouco mais de dois meses na entrada e janelas do Memorial das Baianas", disse Rita. 

 

“Seguimos pedindo socorro e atenção para quem possa resolver as ações criminosas que agem tranquilamente na noite e na madrugada, deixando para traz os objetivos que lhes permitem concluir os crimes sem a menor punição. Já foram encontrados pedaços de madeira, de ferro, escadas de alumínio, tesouras, facas e outros objetivos no entorno das instalações da ABAM no dia seguinte após a ação dos bandidos. Registramos com fotos os instrumentos usados para facilitar o roubo e até então nada foi feito pelos órgãos competentes”, declara Rita.

 

Rita Ventura ressalta que para manter de pé e em perfeito funcionamento o Memorial das Baianas e a ABAM contam com taxa mensal de R$ 12,00,  investimento feito pelas associadas e com o que a instituição arrecada com as visitas ao Memorial das Baianas, que tem ingressos a R$ 5,00. 

 

“Se continuarmos sem as perfeitas condições de trabalho com segurança, certamente  em breve teremos que suspender nossas atividades e com certeza isso seria um prejuízo cultural para toda Bahia. Precisamos de medidas efetivas e diálogo constante e transparente com a Segurança Pública, Polícia Militar, Guarda Municipal e todos órgãos de proteção que atuam em nosso estado” afirma ela.