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ACM Neto afirma que pretende fazer trabalho para prender líderes de facções criminosas

Por Redação

ACM Neto afirma que pretende fazer trabalho para prender líderes de facções criminosas
Foto: Divulgação

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta terça-feira (6) que, se for eleito, fará um trabalho integrado com instituições relacionadas à segurança pública para prender os líderes de facções criminosas, tendo como base um mapa do crime organizado na Bahia. Em sabatina na rádio Metrópole, Neto reafirmou também que pretende redesenhar o Planserv.

 

Neto disse que, na segurança pública, realizará um trabalho focado em combater os líderes das facções criminosas. “Não adianta focar no cara que está na ponta, tem que buscar o chefe do tráfico e colocá-lo na cadeia. Então, será fundamental um trabalho integrado com Ministério Público, Defensoria e Poder Judiciário. Eu pretendo montar uma mesa conjunta, onde vamos ter um mapa do crime organizado. Vamos entender onde estão os principais problemas para dividir responsabilidades sob a coordenação do governador. Porque, muitas vezes, a polícia prende e a Justiça solta”, afirmou.

 

Ele também reapresentou a proposta de endurecer o regime nos presídios existentes na Bahia, inclusive construindo novas unidades de segurança máxima. A ideia é ampliar o isolamento do bandido custodiado, combatendo regalias como celulares, a fim de evitar que as ordens para os delitos venham dos chefes do crime organizado que estejam na prisão.

 

Em relação à saúde, ACM Neto disse que o Planserv perdeu 34% do seu volume de serviços ofertados. “Isso é dramaticamente sentido no interior do estado, porque existem verdadeiros buracos assistenciais. Lugares onde o servidor público precisa ir a uma clínica, a um laboratório, a um hospital e não encontra nenhuma unidade efetivamente credenciada junto ao Planserv para atendê-lo”, disse.

 

O ex-prefeito de Salvador salientou que, se for eleito, vai redesenhar o Planserv. “Nós vamos ter um controle maior sobre a avaliação da qualidade dos prestadores de serviço, ou seja, de clínicas, laboratórios e hospitais. Nós vamos ainda ampliar o número de serviços disponíveis, olhando principalmente para as regiões onde existem esses buracos de prestação de serviço”, completou.