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Funcionário é preso suspeito de abuso sexual em escola cívico-militar, na Paraíba

Por Redação

Funcionário é preso suspeito de abuso sexual em escola cívico-militar, na Paraíba
Foto: Divulgação / Secretaria de Educação de Cabedelo

Um homem de 55 anos foi preso, na noite de terça-feira (30), suspeito de cometer abuso sexual contra uma menina de 11 anos dentro de uma escola em Cabedelo, na Grande João Pessoa. Ele foi identificado como sub-oficial da Aeronáutica e trabalhava há 1 mês como monitor na Escola Municipal Cívico-Militar Maria José de Miranda Burity. As informações são do G1.

 

A Prefeitura de Cabedelo, por meio da Secretaria de Educação, informou que, após tomar conhecimento do ocorrido, acionou os órgãos responsáveis para apuração do fato. Foram convocados pela gestão escolar o Conselho Tutelar, a Guarda Municipal, a Polícia Militar e a Patente da Aeronáutica, que é responsável pelos militares que atuam na instituição. O órgão também informou que o monitor envolvido não é servidor da Prefeitura, e sim um militar enviado para atuar no local.

 

"O relato da criança, bastante nervosa, chorando bastante, informa que por algum momento ela ficou sozinha em uma sala da escola, e esse monitor chegou até a sala e ficou elogiando e tocando no seu corpo. Ele negou as acusações, disse que em nenhum momento ficou sozinho com ela. Trouxe uma testemunha, que disse que estava o tempo todo. E agora é só aguardar a delegada tomar os procedimentos para verificar a situação", disse Kethellyn Casado, conselheira tutelar de Cabedelo.

 

Ao saberem do caso, outros pais de alunos procuraram a polícia para prestar depoimentos. O sub-oficial da Aeronáutica teria elogiado outra adolescente. O diretor da escola, que está no cargo há 12 anos, informou que o suspeito já foi exonerado e não voltará a trabalhar na instituição, que funciona normalmente com as atividades.

 

Na manhã desta quarta-feira (31), um oficial da Aeronáutica esteve na Delegacia da Mulher para acompanhar o caso. Familiares do suspeito também compareceram. Apesar de ter negado o crime, o caso segue em investigação pela Polícia Civil.