Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Polícia cumpre mandado e entra em mansão do podcast 'A Mulher da Casa Abandonada'

Polícia cumpre mandado e entra em mansão do podcast 'A Mulher da Casa Abandonada'
Foto: Reprodução/Instagram/A Mulher da Casa Abandonada

A Polícia Civil de São Paulo cumpriu mandado de busca e apreensão e entrou na mansão retratada no podcast "A Mulher da Casa Abandonada", da Folha de São Paulo. A operação ocorreu ao longo da tarde desta quarta-feira (20).


A ação faz parte da investigação de um possível abandono de incapaz no imóvel, sendo Margarida Bonetti, protagonista do podcast, a vítima da ocasião.


Os vizinhos da mansão localizada em Higienópolis ligaram para diversas delegacias afirmando que uma pessoa com "problemas de saúde" estava residindo no local abandonado e precisava de ajuda.


O delegado Marcelo Palhares, do 4º DP (Consolação), afirmou que a polícia quer saber "se as condições de habitar a casa são dignas". Segundo ele, familiares de Margarida podem ser responsabilizados por abandono de incapaz.

 

De acordo com os policiais, a mulher se recusou a abrir a porta do imóvel e, por isso, eles arrombaram uma janela para conseguir entrar. Já lá dentro, ela ofereceu resistência física e tentou agredir os agentes.
 

Policiais descreveram o interior da casa como insalubre e afirmaram que o local está cheio de lixo, restos de comida e com cheiro forte de coisas estragadas. Eles encontraram um cachorro embaixo de um móvel e o retiraram do local.


Na frente da residência, o jardim também se encontra em condições de abandono, e há casas de cachorro vazias na varanda.

 

De acordo com o podcast, Margarida teria mantido por quase 20 anos uma empregada em condição análoga à escravidão nos Estados Unidos. Durante investigação por autoridades americanas, no final dos anos 1990, ela deixou o país, retornou ao Brasil e passou a morar na casa da família em Higienópolis.