Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Texto da PEC que amplia benefícios vai ser mantida pelo relator na Câmara

Por Nicole Angel, de Brasília

Texto da PEC  que amplia benefícios vai ser mantida pelo relator na Câmara
Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

O deputado Danilo Forte (União-CE), relator da PEC que amplia benefícios e cria voucher para caminhoneiros, afirmou nesta terça-feira (5) que o texto aprovado pelo Senado será mantido em seu parecer para que possa acelerar o pagamento dos auxílios previstos no texto. Estado de emergência também será mantido.

 

De acordo com o texto aprovado no Senado na última quinta-feira (30), o Auxílio Brasil vai ter um aumento de R$ 200, passando assim de R$ 400 para R$ 600. Além disso, dobra o valo do vale-gás e também cria um auxílio de R$ 1 mil para os caminhoneiros (lembre aqui).

 

Segundo relator da proposta na Câmara, o texto pode ser votado ainda esta semana na comissão especial e ser apreciado pelos deputados no Plenário. Caso os parlamentares não votem essa semana, a expectativa da data limite é que seja até o início da semana que vem. Forte acredita que a matéria vai ser aprovada pelos parlamentares com facilidade.

 

Além disso, o parlamentar ainda criticou a oposição por querer postergar a decisão e adiar o pagamento de benefícios a quem mais necessita. “Não acredito que a oposição seja tão mesquinha a ponto de negar os recursos. Precisamos aprovar rapidamente, para o pagamento ser feito já no próximo mês”, disse.

 

OPOSIÇÃO RECUSA ACORDO

Em contrapartida, os partidos da oposição decidiram por não fechar um acordo de procedimento para votação da PEC e defende ainda que mantenha a tramitação do texto aconteça dentro dos prazos originais para que haja um amplo debate sobre o assunto. Para a oposição, a proposta tem caráter meramente eleitoreiro.

 

“A oposição defende o prazo igual das outras PECs. Não houve acordo de procedimento porque entendemos que se trata de um estelionato eleitoral”, afirmou o líder da Minoria, deputado Alencar Santana (PT-SP), que avalia que a PEC é um ‘estelionato eleitoral’.

 

Já o líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (MG), afirmou que ninguém é contra atender os mais necessitados, mas destacou que o governo quer usar a consciência dos mais pobres para 'burlar as leis eleitorais’. “O estado de emergência é uma desonestidade intelectual. […] Eu me recuso a votar um negócio desse, é um absurdo”, criticou.