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Indicação do PT para a suplência de Otto quer reforçar chapa no Oeste ou no Extremo-sul
Foto: Reprodução / Instagram

O indicativo do PT em ocupar a vaga de suplente de Otto Alencar (PSD) tem uma estratégia eleitoral por trás do movimento. Anteriormente, outros partidos da base já sinalizaram o interesse no espaço. Além do PV (veja aqui), o PCdoB (relembre aqui) já indicou a possiblidade do nome do vereador de Salvador Augusto Vasconcelos ocupar o posto (reveja mais e mais). 

 

Lideranças do PT apontaram ao Bahia Notícias que há uma preocupação de fortalecer em alguma região que a legenda "tenha mais dificuldade", incluindo as regiões Oeste e Extremo-sul, onde os também pré-candidatos ao governo, ACM Neto (União) e João Roma (PL) têm boas bases de voto. Dessa forma, um nome petista dessas regiões pode ser escolhido para ser o suplente de Otto, aumentando o apelo da chapa encabeçada por Jerônimo Rodrigues nas localidades. 

 

Além disso, nos bastidores petistas é debatido sobre a possibilidade de que um ex-prefeito de uma das regiões seja o indicado para ocupar o espaço. Existiria um desejo interno para que, como forma de robustecer ainda mais os votos nessas regiões, um ex-mandatário de uma grande prefeitura fosse o escolhido.  

 

SUPLÊNCIAS DO PSD

A relação do PT e o PCdoB com a suplência é antiga. Os comunistas já ocupam uma vaga na suplência de um senador com mandato. Nas eleições de 2018, o ex-deputado federal e atual secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães, foi escolhido suplente do senador Ângelo Coronel (PSD). 

 

Porém, antes do pleito, segundo Davidson, o partido não tinha essa reivindicação de ser suplente de Ângelo Coronel (PSD) ao Senado, mas que aceitaria ser "reserva" de Jaques Wagner (PT) (reveja aqui). O partido pode ter a suplência novamente de um político vinculado ao PSD, desta vez, Otto Alencar, que busca a reeleição.

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