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Em meio a greve de professores em Salvador,  secretário diz que classe recebe acima do piso nacional
Foto: Divulgação

Em meio a greve realizada por parte dos professores da rede municipal de Salvador (entenda), o secretário de educação, Marcelo Oliveira, declarou nesta quarta-feira (25) que a categoria já recebe salários acima do piso nacional, que em fevereiro passou a ser de R$ 3.845 após decisão do Governo Federal.

 

 “Na capital baiana, o piso salarial praticado atualmente é de R$ 4.300”, explica. Ainda de acordo com o secretário, diferentemente do que os grevistas pregam, municípios e estados não são obrigados a conceder 33,24% de reajuste a todos os professores. “Esse foi o percentual do reajuste dado pelo Governo Federal para elevar o piso nacional, que era de R$ 2.886,24 e passou a R$ 3.845,63 neste ano. Em Salvador, a prefeitura já pagava um valor acima do piso mesmo antes do reajuste da União”, pontua.

 

“O que a Lei do Piso preconiza é que os governos estaduais e municipais não podem pagar aos professores menos do que o piso nacional. E isso nós já fazemos em Salvador há muito tempo. Aliás, mesmo com o atual reajuste o piso nacional não chegou nem perto do que os professores efetivamente ganham aqui”, reforçou. 

 

Para Marcelo Oliveira fica evidente uma contradição por parte do sindicato. “Na tentativa de obter adesão da categoria, os grevistas induziram professores ao erro, dizendo, até hoje, que a lei garante a todos 33,24% de reajuste. Ora, se isso é verdade, por que o sindicato aceitou o reajuste do Governo Estadual de 4%? Não houve qualquer paralisação, protesto ou greve”, frisou. O Bahia Notícias entrou em contato com as lideranças da APLB-Salvador, mas até o fechamento desta nota não obteve retorno. 

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