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Rodoviários fazem protesto na região do Iguatemi por indenizações da CSN

Rodoviários fazem protesto na região do Iguatemi por indenizações da CSN
Foto: Reprodução/ Google Maps

Rodoviários de Salvador realizam, nesta quinta-feira (2), um protesto na região da Avenida ACM, no acesso para as avenidas Tancredo Neves e Paralela para cobrar o pagamento de indenizações da CSN, concessionária que perdeu o contrato de gestão de uma das bacias de transporte urbano da capital baiana. O trânsito na região sofre com os impactos da mobilização.

 

O movimento teve início na região da Rótula do Abacaxi e segue em vias de grande circulação de veículos. De acordo com o vereador Tiago Ferreira (PT), secretário de comunicação do Sindicato dos Rodoviários, o protesto é uma forma de pressionar o prefeito Bruno Reis para viabilizar a venda dos terrenos utilizada para quitar a dívida com os profissionais desligados da CSN.

 

“Essa luta vai acontecer semanalmente até que o problema seja solucionado. O sindicato não vai arredar o pé para que os trabalhadores recebam seus direitos trabalhistas. Nós estamos em mais um protesto para que o prefeito da cidade nos ajude a vender os terrenos para ajudar a pagar aos trabalhadores da antiga CSN, além da nossa reivindicação de aumentar a frota de ônibus da cidade para contratar os demais trabalhadores que ficaram fora”, explicou Ferreira.

 

Na última semana uma mobilização nos mesmos moldes, na Estação de Transbordo de Mussurunga, foi realizada pela categoria (lembre aqui), que reivindica celeridade na contratação dos profissionais - o sindicato questiona, inclusive, o modo de contratação utilizado, via Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), que suprime alguns direitos trabalhistas.

 

Em outubro, o prefeito Bruno Reis já tinha se manifestado sobre o tema. "Nós reconhecemos créditos da CSN com objetivo de indenizar os trabalhadores e pagamos, nós somos mediadores de um acordo que foi feito entre sindicato e empresários, nesse caso específico, as indenizações foram pagas com imóveis, terrenos, que precisam ser vendidos para que os trabalhadores possam ser indenizados, nesse aspecto a prefeitura não tem o que fazer”, detalhou o gestor.