'Brasileiro quer se encontrar com seu destino, justiça social e reparação', diz vereadora
Por Lula Bonfim / Mari Leal
Presente no ato O Grito dos Excluídos na manhã deste 7 de Setembro, a vereadora de Salvador, Maria Marighella (PT), não poupou críticas ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Ela avalia que, a atuação do líder político aprofunda as dificuldades no país a medida que não resolve problemas históricos, ao passo que ataca direitos conquistados.
“Ele ataca todos os direitos conquistados por nós com muita luta e com a morte de gente como Marighella. Ele viola a agenda de lutas e de direitos e é corresponsável pela morte de 590 mil brasileiros, na medida em que ele não tratou da nossa pandemia. A gente teve uma crise sanitária sem o apoio e a coordenação do governo central. Nós temos um governo central que diz para a população faminta que compre armas, que compre fuzil, que não compre feijão”, disse ao Bahia Notícias m ato contrário ao presidente, em Salvador.
A vereadora e ativista acrescenta que o brasileiro deseja realizar o encontro com seu “destino, com a justiça social e com a reparação”, pautas que integraram o movimento formado por partidos de esquerda e movimentos sociais nesta terça.
“O grito dos excluídos tem uma agenda histórica, de luta pelos direitos, e nós dizemos fora Bolsonaro, porque com esse governo não tem cidadania. Nós precisamos parar e interditar esse governo que nos ameaça, ameaça a democracia, fala sem pudor sobre ruptura, ataca as instituições democráticas, ataca o estado de direito e nós não podemos conviver com essa chantagem, com esse excremento que a ditadura civil-militar do Brasil promoveu e não corrigiu. Pelo futuro do Brasil, pelo que precisamos construir, pela refundação deste país, fora Bolsonaro”, acrescentou.
