Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Abrape lamenta manutenção das restrições a eventos: 'Todo tipo de trabalho é essencial'

Por Redação

Abrape lamenta manutenção das restrições a  eventos: 'Todo tipo de trabalho é essencial'
Foto: Reprodução

Por meio de um vídeo publicitário, a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape) lamentou a manutenção de restrições ao setor, apesar da melhoria do cenário da pandemia no Brasil. Na peça, que tem como plano de fundo espaços ligados a atividades culturais e do entretenimento complemente vazios, a associação destaca que, enquanto outros segmentos já estão funcionando, o setor de eventos permanece há 17 meses sem faturamento. 

 

A campanha defende que “todo tipo de trabalho é essencial para quem depende dele”. No Brasil, a estimativa é de que pelo menos seis milhões de pessoas dependem, direta ou indiretamente, das atividades associadas ao setor para garantir renda. “São produtores, cerimonialistas, guias de turismo, garçons, músicos, seguranças e tantos outros que não podem continuar invisíveis”, defende a associação por meio da publicidade. 

 

Publicação da associação destaca que cerca de 97% das empresas do segmento estão com as atividades totalmente paralisadas desde março do ano passado. Dessas, só entre as promotoras de eventos, mais de um terço encerraram as atividades desde o início da pandemia, o que representa cerca de 24 mil em um universo de 72 mil empreendimentos.

 

Como consequência, mais de 450 mil trabalhadores, entre diretos e indiretos, já perderam o seu emprego e a tendência, se nada for feito, é de que os índices aumentem. O nosso prejuízo do setor já ultrapassa R$ 90 bilhões . A Abrape calcula que os cofres públicos podem deixar de recolher, em 2021, cerca de R$ 4,65 bilhões em impostos federais, por causa das atividades do setor estarem totalmente paralisadas. O setor representa cerca de 4,5% do PIB.