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Sexta, 06 de Agosto de 2021 - 17:40

Pedetista Samuel Jr. minimiza presença em evento com ministros de Bolsonaro

por Mari Leal / Matheus Caldas

Pedetista Samuel Jr. minimiza presença em evento com ministros de Bolsonaro
Foto: Mari Leal / Bahia Notícias

Ainda na base do governador da Bahia, Rui Costa (PT), o deputado estadual Samuel Jr. (PDT) esteve presente nesta sexta-feira (6) num evento dos ministros Milton Ribeiro (Educação) e João Roma (Cidadania), do governo Bolsonaro. Ele, no entanto, garante que esteve no evento na condição de representante da igreja responsável pela igreja que administra o Centro de Cultura Cristã da Bahia, onde o evento foi realizado.

 

Ao comentar a presença num evento com ministros de outro campo político, o parlamentar brincou e fez uma correlação com uma “salada” - neste caso, ele se colocaria como coadjuvante. “Talvez, seja uma salada, que, neste caso aqui, sou só o creme de leite. Primeiro, é bom a Bahia receber os ministros. Roma é aqui do estado, mas recebemos o ministro da Educação. Mas estou aqui porque aqui é minha casa. Aqui é um prédio da nossa instituição. Estou aqui como anfitrião do espaço da igreja, não num contexto político”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias.

 

“Lógico que é natural a um ano da eleição essas movimentações. Mas assim como veio o ministro, qualquer um que venha ao espaço da igreja, eu estarei com representante da igreja, não como representante de outra agremiação”, acrescentou.

 

O deputado também rechaçou a saída da base governista no estado e despistou sobre a possibilidade de trocar de partido no próximo ano. “Para mim ainda é um pouco cedo, até porque o processo do PDT ainda está novo, de sair de forma oficial do governo, mas nós continuamos como deputados governistas. Seguimos conversando e vamos aguardar para ver como fica este cenário até 2022”, comentou.

 

Por fim, Samuel ainda falou sobre a exoneração de Fábio Vilas-Boas da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Para ele, o agora ex-secretário deveria ter tido mais prudência. “Eu acho que Fábio é um grande quadro técnico que nós perdemos na condição de secretário. Lógico que o fato da posição que ele estava necessitava que ele tivesse mais prudência na ação que tomou. Espero que o governador possa escolher um nome à altura ou melhor, até porque ninguém é insubstituível. Graças a Deus que estamos no final da pandemia. Se fosse uma crise naquele período turbulento, seria um cenário muito pior”, concluiu.

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