Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Civil conclui inquérito e amplia apuração de mortes de tio e sobrinho em mercado
Foto: Haeckel Dias/ Ascom PC-BA

Após cerca de dois meses de investigação, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu o inquérito sobre o caso Atakarejo, que investiga se funcionários do supermercado entregaram dois homens a traficantes. Bruno Barros e Yan Barros, tio e sobrinho, foram encontrados mortos e com sinais de tortura dias após terem tentado furtar carne no estabelecimento.

 

Com a conclusão do inquérito, o resultado das investigações foi encaminhado ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) e os envolvidos foram indiciados por homicídio qualificado, omissão de socorro e ocultação de cadáver. A terceira fase da Operação Retomada foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (7) para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão.

 

Entre os indiciados estão suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas no Nordeste de Amaralina e seguranças do Atakarejo. Além das prisões, mandados de busca e apreensão também foram cumpridos - um deles, na sede do supermercado, onde foram recolhidos livros de ocorrências administrativas, computadores e aparelhos celulares.

 

“Essa terceira fase acontece após a chegada de laudos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), nos quais foram verificados novos integrantes, em razão da análise do circuito de câmeras de segurança do supermercado”, explicou a presidente do inquérito, delegada Zaira Pimentel. 

 

De acordo com ela, a partir disso, surgiram outras investigações. A delegada também apura os crimes de tortura, falso testemunho e furto.

Histórico de Conteúdo