'Não era incompetência, era armação financeira', diz Ademário sobre acusação de propina
Por Gabriel Lopes / Mari Leal
Um dos organizadores do ato contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), realizado em Salvador neste sábado (3) (reveja), o presidente municipal do PT, Ademário Costa, comentou as suspeitas de propina na compra de vacinas contra a Covid-19 pelo governo Bolsonaro. O assunto diz respeito a possibilidade de compra superfaturada da Covaxin e a acusação de cobrança de US$ 1 por doses da AstraZeneca, reveladas nas últimas semanas.
“Além de todos os problemas sociais, da diminuição da massa salarial, do avanço da fome e além de toda demora para que a gente pudesse ter acesso á vacina, agora nos deparamos com algo ainda pior. Descobrimos que não era incompetência, não era má vontade de adquirir a vacina nem era questão ideológica. A questão da vacina não passou de uma armação financeira. O Bolsonaro e o seu governo não são negacionistas, eles são ‘negocionistas’ . Quando a gente fala o quanto vale a propina, isso mostra que a vida de cada um de nós”, destaca Ademário.
