'Depois não vai poder lamentar', alerta Bruno Reis sobre pessoas que 'escolhem' vacina
Por Gabriel Lopes
Movimento crescente com a chegada de doses da Pfizer ao Brasil, no final de abril, parte dos brasileiros aptos a se vacinar tem recusado outras vacinas disponíveis, a exemplo dos imunizantes de Oxford e a Coronavac.
Em Salvador, o prefeito Bruno Reis (DEM) aponta que as pessoas não vão ter essa margem de escolha e reforça a necessidade de a popualação apta procurar os pontos de vacinação da capital baiana.
"Vai ser de acordo com a oferta. Sugiro que a medida que abra as idades a pessoa vá vacinar e não fique aguardando vacina. Pode contrair o vírus e infelizmente depois não vai poder lamentar. Repito, abriu a idade, chegou a vacina e você está dentro do público, minha recomendação é que vá de imediato", disse o prefeito, que lamenta o caso de pessoas aguardando para receber vacinas específicas.
Bruno Reis também citou o protocolo adotado pela prefeitura de não divulgar quais imunizantes estarão disponíveis em cada ponto de vacinação, como forma de combater a seleção feita pelo público.
A preferência da população pelo imunizante americano tem motivações diversas. Há pessoas que defendem o alto índice de eficácia, que pode chegar a 95% em pessoas que nunca foram infectadas pelo coronavírus, ou por acreditar que imunizados com a Pfizer, poderão viajar para o exterior.
