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Consultor que atuou no apagão de 2001 prevê racionamento de energia em 2022

Consultor que atuou no apagão de 2001 prevê racionamento de energia em 2022
Adilson de Oliveira | Foto: CEBRI/Reprodução

A escassez de chuvas durante a maior crise hídrica dos últimos 91 anos apontou problemas enfrentados pelo setor. O aumento do valor da conta e possíveis falhas no fornecimento devem ser assuntos recorrentes para o consumidor.

 

Adilson de Oliveira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), participou da reforma do setor elétrico como consultor do Ministério de Minas e Energia no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 2001, a Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica foi criada para enfrentar os problemas de apagões e geração.

 

À época, o Brasil sofria com blecautes e para o professor, o momento atual é crítico e exige atitudes mais rígidas. Em entrevista ao Metrópoles, o especialista criticou a privatização da Eletrobas e apontou erros da gestão Bolsonaro na condução das políticas públicas.

 

“Um apagão generalizado acho que o governo tentará evitar, mas medidas restritivas, como racionamento, acho que é possível”, afirma.

 

"O governo deveria ter agido em 2019. Provavelmente, podemos não ter racionamento neste ano, mas teremos no próximo. É uma questão de tempo”, completa Oliveira.

 

O especialista defende reforma no setor de energia e critica a privatização da Eletrobras. "No momento que vivemos a pior crise você quer privatizar os principais reservatórios", disse.