ABIN NÃO ACEITA SURDOS EM EDITAL
Bons arapongas devem estar sempre de orelha em pé. Sabendo disso, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), investigada pelas recentes suspeitas de grampos ilegais, lançou edital para concurso público em busca do preenchimento de 160 vagas na instituição e proibiu que surdos e deficientes físicos em geral concorressem no processo. A separação de vagas específicas para os portadores de necessidades especiais é garantida por lei. E, sabendo disso, o Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública para obrigar a Abin a refazer o edital.