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Bahia já registrou mortes por uso indiscriminado de 'kit Covid', admite Vilas-Boas

Por Jade Coelho

Bahia já registrou mortes por uso indiscriminado de 'kit Covid', admite Vilas-Boas
Foto: Reprodução/Youtube

A Bahia já registra mortes por insuficiência hepática fulminante relacionada ao uso indiscriminado, incorreto e sem indicação de medicamentos do “kit Covid”, disse o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, nesta terça-feira (23). O grupo de medicamentos inclui a ivermectina, cloroquina, hidroxicloroquina e anticoagulante

 

O antipasasitário ivermectina está entre os mais utilizados. Ele pode causar danos graves no sistema nervoso, cardiovascular e gastrointestinal caso seja utilizada para finalidade errada e sem indicação médica. Se administrado sem indicação e em altas doses, o uso pode intoxicar o paciente e causar danos cerebrais e hepatite tóxica.

 

De acordo com Vilas-Boas, há casos, inclusive na Bahia, de pacientes que precisaram de transplante hepático de urgência devido a uso de ivermectina em dose alta. O secretário ressalta, no entanto, que o procedimento não é uma realidade no Brasil, e que “as pessoas não conseguiram nem ser listadas porque morreram de insuficiência hepática fulminante”.

 

“Não é uma medicação isenta de efeitos adversos. Quero avisar as pessoas, principalmente se fazem uso de álcool ou de suplementos para ficar fortinho e academia: essa combinação é um desastre para o fígado”, alertou Vilas-Boas em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, da rádio Salvador FM 92,3, nesta terça.

 

Vilas-Boas ressalta que o uso desses medicamentos é “dinheiro jogado na lata do lixo”.

 

São Paulo registra pelo menos cinco casos de pacientes incluídos na fila do transplante de fígado por hepatite causada por remédios do “kit Covid”. O estado ainda investiga três casos de morte por essa causa e que estão sendo associadas ao uso dos medicamentos (saiba mais aqui).

 

Assista a entrevista: