Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Apesar de lamentar invasão do Congresso do EUA, ministro pede apuração de possíveis 'infiltrados'

Por Mauricio Leiro

Apesar de lamentar invasão do Congresso do EUA, ministro pede apuração de possíveis 'infiltrados'
Foto: Reprodução / G1

Apesar de lamentar e condenar a invasão da sede do Congresso ocorrida dos Estados Unidos, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se referiu aos invasores do Congresso norte-americano como "cidadãos de bem" e sugeriu que é preciso "investigar se houve participação de elementos infiltrados" no episódio registrado em Washington, na quarta-feira (6).

 

"Há que reconhecer que grande parte do povo americano se sente agredida e traída por sua classe política e desconfia do processo eleitoral.Há que distinguir “processo eleitoral” e “democracia”. Duvidar da idoneidade de um processo eleitoral NÃO significa rejeitar a democracia. Ao contrário, uma democracia saudável requer, como condição essencial, a confiança da população na idoneidade do processo eleitoral", disse em publicação.

 

Ernesto disse também que "deslegitimar o povo na rua e nas redes só serve para manter estruturas de poder não democráticas e seus circuitos de interesse". "Há que perguntar, a propósito, por que razão a crítica a autoridades do Executivo deve considerar-se algo normal, mas a crítica a integrantes do Legislativo ou do Judiciário é enquadrada como atentado contra a democracia", completou.

 

O minsitro também comentou que nada justifica uma invasão como a ocorrida ontem. "Mas ao mesmo tempo nada justifica, numa democracia, o desrespeito ao povo por parte das instituições ou daqueles que as controlam. O direito do povo de exigir o bom funcionamento de suas instituições é sagrado. Que os fatos de ontem em Washington não sirvam de pretexto, nos EUA ou em qualquer país, para colocar qualquer instituição acima do escrutínio popular", finalizou.