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Suposta 'fantasma' no Tocantins é suspeita de mediar relação entre Queiroz e miliciano

Suposta 'fantasma' no Tocantins é suspeita de mediar relação entre Queiroz e miliciano
Foto: Reprodução

Uma veterinária do Rio de Janeiro, Juliana Magalhães da Rocha, acusada de ter cargo “fantasma” em uma agência estatal do Tocantins é investigada como “laranja” do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega. O ex-policial foi morto na Bahia em fevereiro deste ano após um ano foragido da Justiça.   


De acordo com o Estado de S. Paulo,  Juliana é suspeita de ligações com o “patrimônio oculto” e a “rede de amigos”, que teria dado sustentação aos negócios criminosos e à fuga do Capitão Adriano.
A mãe e a ex-mulher do militar foram registradas como funcionárias do gabinete de então deputado Flávio Bolsonaro (Republicanos), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por 11 anos. A movimentação dos bens deixados pelo miliciano são investigadas tendo por base duas frentes. 


Uma, segundo o site,  apura organização criminosa, assassinatos, extorsão, entre outros, relacionados aos crimes violentos, conexos à atuação da milícia e ao Escritório do Crime, grupo miliciano de matadores de aluguel;   segunda tem como alvo suposta organização criminosa e peculato, relacionados aos crimes do colarinho branco, de “rachadinha” na Alerj, envolvendo o filho mais velho do presidente, Jair Bolsonaro, e seu braço direito Fabrício Queiroz.


Queiroz é acusado de ser o operador dos desvios da “rachadinha”. O ex-funcionário de Flávio Bolsonaro foi preso no último dia 18 de junho.  Queiroz foi detido em Atibaia (SP), em uma casa do advogado Frederick Wassef .


Junto com a mulher, Márcia de Oliveira Aguiar, que está foragida da Justiça, o advogado do senador Luiz Gustavo Botto Maia, Queiroz teria mantido contato com o miliciano e seus familiares, para atrapalhar as investigações, diz o jornal.


A veterinária é considerada peça importante para desvendar a “rede de amigos”, que teria dado sustentação aos negócios criminosos e à fuga do miliciano e de seus familiares. Queiroz é um deles. Amigo do Capitão Adriano, assumiu no processo a indicação da mãe e da ex-mulher do criminoso para cargos na Alerj.