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Após protestos de entregadores, Rappi diz que 'segue atenta a melhorias operacionais'

Por Ailma Teixeira / Matheus Caldas

Após protestos de entregadores, Rappi diz que 'segue atenta a melhorias operacionais'
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias

Entregadores de aplicativo realizaram nesta quarta-feira (1º) uma paralisação nacional reivindicando melhorias no suporte oferecido pelas empresas (leia mais aqui). Um dele é o Rappi, que, em nota, assegurou que “segue sempre atenta a melhorias operacionais para todo o ecossistema e às recomendações das autoridades competentes para melhor apoiar a todos”.

 

A empresa diz reconhecer “o direito à livre manifestação pacífica e busca continuamente o diálogo com os entregadores parceiros de forma a melhorar a experiência oferecida a eles”.

 

No comunicado, o Rappi elencou uma série de pontos que considera como benefícios aos entregadores. Segundo o empreendimento, cerca de 75% dos colaboradores ganham R$ 18 por hora de trabalho. Além disso, o grupo destaca que, entre fevereiro e junho, a empresa identificou um aumento de 238% no valor médio das gorjetas e de 50% no percentual de pedidos com gorjeta.

 

O Rappi garantiu que assegura “dentro das coberturas e limites fixados, o pagamento de indenização a todos os entregadores parceiros, em caso de acidente durante a prestação de serviço por meio da plataforma”. 

 

“Para despesas médicas hospitalares e odontológicas, o seguro reembolsa até R$30 mil. Em caso de invalidez permanente total ou parcial por acidente, bem como em morte acidental, a cobertura é de R$100 mil. O seguro vale para todos os entregadores parceiros e qualquer tipo de veículo, incluindo motos e bicicletas”, diz a empresa, em trecho da nota.

 

Outras empresas de entrega por aplicativo, Uber Eats e Ifood não responderam os questionamentos da reportagem do Bahia Notícias até a publicação desta matéria.