Pesquisa identifica mudanças da relação de baianos com a casa durante pandemia
Uma pesquisa pela Hibou, uma empresa especializada em monitoramento de mercado e consumo, detectou mudanças no ambiente doméstico das classes AB durante a pandemia do novo coronavírus, de acordo com dados divulgados na tarde desta segunda-feira (8), através de uma videoconferência.
O levantamento foi feito a pedido da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap-BA) e da Associação Baiana do Mercado Publicitário (ABMP).
Para a representante da Hibou, Lígia Mello, “as pessoas vão voltar a fazer da casa delas um local que se sintam segurar e confortáveis”.
A pesquisa constatou que, em casa, a principal atividade para os entrevistados é ver TV com a família, com 56% do tempo, enquanto 41% do tempo serve para cozinhar, 39% em atividades no quarto, 36% ações no sofá e 35% comer com os familiares.
Enquanto isso, na internet, 62% do tempo é gasto nas redes sociais, 60% para compras online, 53% para consultar aplicativos de banco, 51% no tempo em streaming e 50% em ferramentas de trabalho.
Entre os entrevistados, 66,5% moram em casa e 33,5% em apartamento. Contudo, neste recorte de tempo, foi constatada uma migração para casas, o que resultou num aumento de 1,46% em quem mora neste tipo de residência.
A pesquisa conclui que “a casa do baiano volta ao protagonismo dos grandes encontros”. Ressaltando que o recorte é para a classe AB, para pessoas que ganham acima de R$ 6 mil.
