Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Bolsonarista que atacou enfermeiras trabalha para o Ministério de Direitos Humanos

Bolsonarista que atacou enfermeiras trabalha para o Ministério de Direitos Humanos
Foto: Reprodução/ Facebook

O homem que agrediu verbalmente e cuspiu em enfermeiras que faziam um protesto pacífico em Brasília na semana passada (veja mais aqui), foi identificado. De acordo com o UOL, trata-se de Renan Sena, que é terceirizado do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. 

 

Engenheiro eletricista de formação e missionário da Igreja Batista Vale do Amanhecer, Renan presta trabalha desde fevereiro na Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), que coordena o Sinase (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo), responsável pela execução de medidas destinadas a adolescentes em conflitos com a lei.

 

A reportagem ainda destaca que Sena é considerado insubordinado pelos colegas e pessoa “de trato difícil”.

 

Sena é analista de projetos do setor socioeducativo e foi contratado pela empresa G4F Soluções Corporativas Ltda.

 

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos informou que pediu a demissão de Sena no dia 18 de março e que ela teria sido concluída em 23 de abril. Porém, nenhum documento do ato demissionário foi enviado à imprensa. O UOL ainda verificou que o e-mail funcional dele ainda continuava ativo até segunda-feira (4).

 

COREN-DF VAI ACIONAR JUSTIÇA

O Conselho de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) informou que acionará Renan Sena na Justiça, assim como a empresária Marluce Carvalho de Oliveira Gomes, que também insultou as enfermeiras, e o professor de inglês Gustavo Gayer, que divulgou nas redes sociais imagens do ato, classificando-o como “mentiroso”.