Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Unidade acolhe casais de moradores em situação de rua no Largo de Roma

Unidade acolhe casais de moradores em situação de rua no Largo de Roma
Foto: Max Haack/Secom

Uma nova Unidade de Acolhimento Emergencial (UAE) inaugurada no Largo de Roma, na região da Cidade Baixa, nesta sexta-feira (17), vai atender 56 pessoas em situação de rua. Diferente nas unidades inauguradas anteriormente, em Pau da Lima, Calçada e Liberdade, essa é destinada apenas para casais.

 

Com a UAE o objetivo é proporcionar conforto e cuidado durante o enfrentamento à pandemia provocada pela Covid-19. As pessoas atendidas vão contar com alimentação, atendimento médico e psicossocial e material de higiene pessoal.

 

Durante a cerimônia de inauguração o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) destacou que com a UAE Roma a prefeitura chega a quase 600 leitos de acolhimento para pessoas em situação de rua. “Os imóveis são alugados pela prefeitura, hotéis ou motéis, que são adaptados para receber esse público”, disse o gestor.

 

A secretária  de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), Ana Paula Matos, explicou que, assim como nas outras unidades, os assistidos são encaminhados através do Centro de Referência Especializado para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop) ou das equipes de abordagem social, depois de passar por avaliação médica. Assim que chegam ao local, recebem máscaras e álcool em gel.

 

“Implantamos também um protocolo de almoço no quarto. Há espaços em que eles, um de cada vez, podem ocupar para ficar ao ar livre, além do acompanhamento social. Aqui é a casa deles, é o lugar onde recebem alimentação, podem fazer a higiene, e também, constroem autonomia”, informou Ana Paula. O objetivo, segundo a secretária, é que os acolhidos possam aceitar o Aluguel Social e, com isso, administrem a própria casa e, assim, adquirir independência.