Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Sesab indica uso de máscaras artesanais apesar de não ser garantia de não contrair a Covid-19

Por Mauricio Leiro

Sesab indica uso de máscaras artesanais apesar de não ser garantia de não contrair a Covid-19
Foto: Reprodução / Governo Federal

A secretaria de Saúde da Bahia começou a recomendar o uso de máscaras artesanais durante a pandemia do novo coronavírus. Em nota técnica do Comitê Estadual de Emergências em Saúde Pública, o pedido é de que é hora de "fazer dessas máscaras uma parte essencial da nossa luta para conter e derrotar essa pandemia". 

 

O órgão da secretaria de Saúde ressalta que as máscaras que são equipamentos de proteção individuais (EPIs), e  são desenvolvidas no princípio de Peça Facial Filtrante (PFF) para reter os materiais particulados, como névoas, poeiras e fumos presentes no ambiente. Esses são EPIs com diferentes graus de barreira mecânica, como já revelado pelo Bahia Notícias (relembre aqui). 

 

"Máscaras artesanais podem ser usadas pela população, sejam elas compradas em lojas ou caseiras - sempre que se esteja em contato com o público. Existem boas razões para acreditar que as máscaras caseiras ajudem muito. Hong Kong, Mongólia, Coréia do Sul e Taiwan, a população vem fazendo uso de máscaras em público", diz a nota.

 

As máscaras, mesmo artesanais, podem se comportar como uma barreira mecânica, como o uso da dobra do cotovelo ao se espirrar, e assim impedir que gotículas possam infectar outras pessoas. Dessa forma, é recomendado o uso de barreiras mecânicas adicionais como máscaras não-médicas.

 

A nota assinada pelo presidente do Comitê Estadual de Emergências em Saúde Pública Antônio Carlos Albuquerque Bandeira reforça que as recomendações podem ser revistas em razão de publicações e estudos científicos, durante a vigência da pandemia.