Marcus Passos pode ir para Semop e subsecretários assumem Secult e Semtel
Por Lucas Arraz
O fim da janela partidária neste sábado (4) irá obrigar o prefeito ACM Neto a fazer mudanças no seu secretariado durante o surto de coronavírus na cidade.
Para mitigar o desgaste com as mudanças durante a crise, o gestor municipal pende a nomear os subsecretários Pablo Barrozo (DEM) e Vinícius Teles para comandar a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e a Secretaria Municipal do Trabalho, Esportes e Lazer (Semtel) no lugar dos titulares Cláudio Tinoco (DEM) e Alberto Pimentel (PSL), respectivamente. Os dois titulares devem disputar a eleição e por isso devem deixar a administração municipal.
Segundo apurou o Bahia Notícias, as maiores mudanças devem ficar na Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), hoje comandada pelo vereador licenciado Felipe Lucas (MDB), e na Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), comandada pelo vereador licenciado Alberto Braga (PSC).
O presidente da Empresa de Limpeza Urbana do Salvador (Limpurb), Marcus Vinícius Passos, é cotado para assumir o lugar de Felipe Lucas na Semop, mitigando o espaço do MDB na gestão municipal. Passos é indicação do deputado estadual Paulo Câmara (PSDB) na gestão do prefeito ACM Neto.
Já na Cogel, o vereador Ricardo Almeida (PSC) deve indicar um substituto técnico para Alberto Braga, já que o segundo na linha de comando, o diretor de governança Elton Pinto, também deve sair.
A vereadora Rogéria Santos (PRB), atualmente no comando da Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), não deve disputar a reeleição e com isso ficará no cargo até o fim do mandato. Cotada, Ana Paula da Secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza deve desistir de vez da eleição e ficar focada na pasta durante o combate a Covid.
JANELA PARTIDÁRIA
Os secretários que desejam disputar a eleição de 2020 devem deixar a administração municipal até o fim da janela partidária. O prefeito confirmou que os novos secretários devem ser escolhidos não por critérios políticos, mas para dar continuidade ao trabalho que tem sido feito durante a crise.
