Grupo Business Bahia propõe medidas para diminuir impacto na economia pelo covid-19
Por conta pandemia do coronavírus, o Grupo Business Bahia vem debatendo proposições para diminuir os impactos na economia baiana e brasileira. O grupo reúne mais de 250 gestores baianos, tem dois anos de fundação e é liderado pelo empresário Carlos Falcão.
Entre as medidas estão: limitar à taxa Selic para cobrança de juros em cheque especial, empréstimo pessoal, cartão de crédito, financiamentos pelo prazo de 120 dias; disponibilizar linhas de crédito emergenciais na Desenbahia e BNB para micro e pequenas empresas no limite da taxa Selic; prorrogar mandatos e transferir a eleição municipal de 2020.
Além delas, está: utilizar 100% dos recursos do Fundo Partidário para o combate ao coronavírus e assistência aos desempregados decorrentes da crise entre outras medidas pro sanidade sócio-econômica; reduzir 70% dos encargos sociais sobre a folha de pagamento das empresas que não demitirem nos próximos 90 dias; conceder diferimento de 4 meses para as contas de água e energia; isentar todos os impostos sobre os itens da cesta básica; reduzir carga horaria e salários de todos funcionários públicos, dos três poderes, exceto aqueles os envolvidos no combate ao coronavírus.
O grupo propôs cancelar até dez/2020 todos os benefícios pessoais pagos pelo Estado a todos os funcionários públicos, tais como: auxílio-moradia, auxílio-viagem, auxílio combustível etc; prorrogar por 90 dias dos prazos para apresentação das declarações do IRPF e IRPJ; suspender cobrança do ICMS Antecipado até 31/12/2020 e reduzir a pauta na cobrança de ICMS sobre combustíveis, em função da redução de preço da Petrobras.
Carlos Falcão ressalta que “além de sugestões práticas para minimizar os efeitos da pandemia na economia", o grupo reivindica que os agentes públicos deem a sua cota de contribuição, na mesma proporção do que está sendo exigido das pessoas e empresas”.
