Procuradora-geral admite necessidade de servidores, mas aponta 'orçamento curto'
Por Claudia Cardozo / Mauricio Leiro
A nova procuradora-geral de Justiça da Bahia, Norma Angélica Reis Cardoso Cavalcanti, acredita que mesmo com a necessidade de novos servidores e promotores, o Ministério Público da Bahia (MP) deverá contar com orçamento curto. Norma foi empossada nesta sexta-feira (6), na chefia do Ministério Público.
"Temos que trabalhar com orçamento curto, e precisamos de servidores, promotores, mas sabemos do orçamento curto. Tem promotores aprovados, mas pela lei não poderiam ser chamados agora. Dois já assumiram agora e pediram demissão pois já passaram em outros concursos. Vamos trabalhar e argumentar com o governo que precisamos de mais, principalmente no interior", disse ao Bahia Notícias.
Norma também conclamou a classe para que trabalhem unidos e que tem dívidas com a sociedade nos momentos mais agonizantes." Combater os crimes violentos contra as mulheres, proteger as crianças e adolescentes. Nós vivemos em um estado que deve ser pacifico. Somos uma população heterogênea e temos que trabalhar unidos. Vou trabalhar pensando no bem e fazendo o bem para alcançar o sucesso", comentou.
Após os casos de corrupção no Tribunal de Justiça da Bahia, a chefa do Ministério Público acredita que a justiça baiana é maior que qualquer situação de descaso. "Os cargos e as instituição são mais fortes que os homens. O MP sera forte se todos forem corretos. Tenho honra de trabalhar em uma instituição que tem mais acertos que erros", disse.
